Linux 64 bits

Após várias tentativas e desistências em utilizar uma distribuição de Linux 64 bits, finalmente, agora estou rodando o Fedora 16 64 bits no notebook Dell XPS 15.

As diversas desistências foram por falta de suporte das ferramentas que utilizo para trabalhar. E pela complexidade em manter um sistema híbrido 64 bits com bibliotecas 32 bits, o que tornava o sistema muito instável.

As primeiras tentativas em um notebook Acer Aspire 64 bits foram com o Slamd 64, uma variação do Slackware 12 32 bits, já que este não possuía versão nativa para 64 bits.

Algum tempo depois, tentei utilizar o Ubuntu 8.04 64 bits no notebook Dell Inspiron 1525, utilizando inclusive pacotes que teoricamente facilitariam a vida de quem optasse por 64 bits.

Desta vez estava na dúvida entre instalar o Ubuntu 11.10 e o Fedora 16, ambos nas versões 64 bits. Mas como já vinha utilizando o Ubuntu a muito tempo, resolvi sair da zona de conforto e tentar algo novo, optando pelo Fedora 16.

Instalação

A instalação é muito simples, como qualquer distribuição de Linux moderna. Até mesmo o particionamento de disco do Fedora é bem simples e pode ser utilizada sem problemas a sugestão padrão, que separa a partição para swap, boot, sistema e home.

O único problema encontrado na instalação, foi no primeiro boot do sistema. Ao tentar iniciar o boot-loader Grub não era encontrado. A solução foi alterar a ordem de boot no bios, deixando o disco rígido como primeira opção de boot, o que não é um grande transtorno. Mas não encontrei esta informação em nenhum lugar, então perdi algumas horas tentando solucionar este problema.

Conclusões

Demorei a aderir ao 64 bits, mesmo tendo maquinas nesta plataforma a um bom tempo. Mas agora que estou trabalhando e estudando com 64 bits sem nenhum problema de compatibilidade de programas ou bibliotecas, não penso em voltar para plataforma 32 bits. Afinal de que adianta ter um hardware moderno se os software ainda estão no passado?

 

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Iniciando um projeto no JBoss AS 7

Primeiras Impressões

Estou iniciando um projeto utilizando Java EE 6 no JBoss AS 7 e as primeiras impressões do Servidor são as melhores. A inicialização é muito rápida, comparando com as versões anteriores e está mais leve para executar em maquinas menos possantes. A “modularização” dos serviços está mais clara e fácil de configurar. O web console ficou mais limpo e melhorou a usabilidade. Até então só executei o modo standalone, mesmo assim, pelos webcasts que assisti o modo domain também está bem simples de configurar e utilizar.

Primeiros Problemas

Apanhei um pouco para configurar um datasource para o banco de dados PostgreSQL. Mesmo seguindo o ótimo tutorial How to create and manage datasources in AS7 do Stefano Maestri, a aplicação teimava em não encontrar o datasource.

Pesquisando um pouco, verifiquei que há um bug aberto (Jira #AS7-109) na configuração on-line de datasources através do web console. A interface não permite criar o nome JNDI corretamente, aparentemente inverteram as validações do nome do datasource e do nome JNDI.

A solução mais simples para este caso é inserir a configuração do datasource no arquivo standalone.xml:

<datasource jndi-name="java:jboss/datasources/PostgreSQL" pool-name="PostgreSQL" enabled="true" jta="true" use-java-context="true" use-ccm="true">
    <connection-url>jdbc:postgresql://localhost:5432/teste</connection-url>
    <driver>postgresql-9.0-801.jdbc4.jar</driver>
    <pool>
        <prefill>false</prefill>
        <use-strict-min>false</use-strict-min>
        <flush-strategy>FailingConnectionOnly</flush-strategy>
    </pool>
    <security>
        <user-name>postgres</user-name>
        <password>postgress</password>
    </security>
    <validation>
        <validate-on-match>false</validate-on-match>
        <background-validation>false</background-validation>
        <useFastFail>false</useFastFail>
    </validation>
</datasource>

Uma observação no meu caso foi que como fiz o deploy do driver através do web console, o nome do driver no datasource deve ser o mesmo nome do deploy, neste caso do nome do arquivo postgresql-9.0-801.jdbc4.jar.

Próximos Passos

Com o datasoure configurado e o JPA funcionando corretamente, o próximo passo será criar um tela de login simples utilizando o sistema de segurança do container.

 

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PostgreSQL no Ubuntu 11.04

Com a necessidade de instalar o PostgreSQL no Ubuntu para montar o ambiente para um novo projeto, tentei seguir os passos normais da distro. Abrir o Synaptic e procurar pelo PostgreSQL. Ai veio o primeiro problema: O Ubuntu 11.04 só tem disponível o PostgreSQL 8.4.8 para instalação! Como a instalação via Synaptic geralmente é rápida, tudo bem. PostgreSQL 8.4.8 instalado. Ai veio o segundo problema: O servidor não sobe! Fuçando na internet, encontro a “muito pouco animadora” notícia, que a instalação do PostgreSQL 8.4 par o Ubuntu 11.04 está com problema (Bug #776940).

Após desistalar todos os pacotes do PostgreSQL a solução é baixar direto do site oficial. Baixado o pacote postgres-9.0.4-1.i386.openscg.deb, a instalação é tão simples quanto dar um duplo clique no arquivo baixado. Salvo um Warning devido aos endereços de e-mail dos criadores do pacote. Demais configurações iniciais podem ser encontradas no tutorial.

Outra opção é baixar o instalador gráfico no endereço, porem ele não integra aos sistemas de pacote das distros, ou seja, para desinstalar tem que executar o Uninstall, se este for criado, ou apagar tudo na mão.

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