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	<title>OpenArch&#039;s Blog &#187; Mercado</title>
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	<description>Algumas palavras sobre Java, Linux, Open Source e outros temas tecnológicos...</description>
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		<title>Profissionais com ferramentas amadoras</title>
		<link>http://blog.openarch.com.br/2011/01/25/profissionais-com-ferramentas-amadoras/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 03:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oscar Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Random]]></category>
		<category><![CDATA[Equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Com base no post Give your programmers professional tools do blog Zen and the Art ofProgramming e em vários posts do blog Efetividade.net, percebi que as empresas ligadas a TI, mais especificamente ligadas a desenvolvimento de softwares e sistemas, trata seus profissionais de forma não tão profissional. Quando falamos em ferramentas profissionais, a grande maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com base no post <a title="Give your programmers professional tools" href="http://programmingzen.com/2010/12/28/give-your-programmers-professional-tools/" target="_blank">Give your programmers professional tools</a> do blog <a href="http://programmingzen.com/" target="_blank">Zen and the Art of</a><a href="http://programmingzen.com/">Programming</a> e em vários posts do blog <a title="Efetividade.net" href="http://www.efetividade.net/" target="_blank">Efetividade.net</a>, percebi que as empresas ligadas a TI, mais especificamente ligadas a desenvolvimento de softwares e sistemas, trata seus profissionais de forma não tão profissional.</p>
<p>Quando falamos em ferramentas profissionais, a grande maioria de nós logo pensa em processos modernos, frameworks da moda, IDEs cheias de plugins e outras parafernálias relacionadas a software e nos esquecemos do essencial antes disso tudo: o hardware! Porém, neste ponto mais uma vez, pensamos de forma simplista e equivocada, pois logo nos vem a cabeça o computador com N núcleos e X GB de memória, nos esquecendo totalmente de onde iremos passar 8, 10, 12 horas diárias trabalhando.</p>
<p>Mobiliário inadequado, iluminação precária, ambiente barulhento e temperatura desregulada são alguns dos problemas que a grande maioria das empresas desprezam, ou se esquecem na hora de produzir a &#8220;solução perfeita&#8221; para os seus clientes.</p>
<p>Comparando o desenvolvimento de software com outras áreas por onde me aventuro de forma amadora, as cifras são absurdamente diferentes. Enquanto no ciclismo profissional brasileiro e sul-americano, não é difícil encontrarmos bicicletas de 15, 20, 30 mil reais, e no mercado da música é muito comum vermos músicos freelancers com instrumentos de 5, 10, 15 mil reais, sem contar o resto do equipamento de ambos mercados, no mercado &#8220;profissional&#8221; de desenvolvimento de software os gestores acham um absurdo &#8220;gastarem&#8221; 400, 500 reais com cadeiras de boa qualidade, ou mesmo 4, 6 mil reais com computadores mais potentes ou mesmo 1 mil reais com monitores lcd de alta resolução para os desenvolvedores.</p>
<p>O grande problema é que muitos empregadores de TI se esquecem, ou não enxergam, que gastos com equipamentos de boa qualidade é investimento em motivação e qualidade de vida para os profissionais que eles empregam. E que motivação e boas condições de trabalho são alguns fatores que influenciam no sucesso de projetos.</p>
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		<title>Turnover?! Mais uma palavra da moda&#8230;</title>
		<link>http://blog.openarch.com.br/2010/05/20/turnover-mais-uma-palavra/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 04:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oscar Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Lendo a matéria &#8220;Turnover: quem dá mais?&#8221; da BHTI Magazine me bateu uma certa indignação a respeito do que estava escrito na matéria e nos comentários. Já fiz meus comentários na própria matéria, mas como tinha tempo que não postava aqui, resolvi fazê-lo, no tempo que tenho livre e que utilizo para estudar: Tarde da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo a matéria <a href="http://www.bhtimagazine.com.br/index.php?option=com_flexicontent&amp;view=items&amp;cid=903:carreira&amp;id=169:turnover-quem-da-mais&amp;Itemid=101">&#8220;Turnover: quem dá mais?&#8221;</a> da <a href="http://www.bhtimagazine.com.br/">BHTI Magazine</a> me bateu uma certa indignação a respeito do que estava escrito na matéria e nos comentários. Já fiz meus comentários na própria matéria, mas como tinha tempo que não postava <a href="http://blog.openarch.com.br">aqui</a>, resolvi fazê-lo, no tempo que tenho livre e que utilizo para estudar: Tarde da noite.</p>
<p>De um lado, os gestores cobrando mais comprometimento com o projeto, mais espírito de equipe, e outras coisas que todos estão cansados de ouvir. De outro lado temos os programadores e outros funcionários insatisfeitos com seus salários, ambiente de trabalho, jornada de trabalho e muitas outras coisa. No meio disso tudo temos o pessoal do RH tentando engajar os funcionários na cultura organizacional, estimulando o desempenho de cada um, para que todos atendam às expectativas do negócio.</p>
<p>Tirei a última frase deste <a href="http://www.rh.com.br/Portal/Desempenho/Materia/5830/avaliacao-de-desempenho-uma-quebra-de-paradigmas.html">artigo</a>, que é um case interessante sobre avaliação de desempenho. Agora voltando ao assunto, pontuei a seguir alguns tópicos interessantes que devem ser pensados com calma:</p>
<p><strong>1 &#8211; O Mercado</strong></p>
<p>Analisando as opiniões escritas no artigo, e o mercado atual. Vemos que este está favorável para todos profissionais de TI e não só para os programadores, então a tendência é ter mudanças, ou melhor, <em>turnover</em> em todas áreas: infraestrutura, suporte, desenvolvimento, banco de dados, etc..</p>
<p><strong>2 &#8211; A influência do ambiente de trabalho</strong></p>
<p>O ambiente organizacional, tanto físico como cultural, é um fator muito importante para os funcionários, que infelizmente muitas vezes não é levado em conta pelos empregadores. Trabalhar em ambientes barulhentos, com temperatura desregulada, iluminação precária, mobiliário já gasto e equipamentos ultrapassados é muito estressante e desmotivante. A boa notícia que este tipo de problema é de fácil correção, e baixo investimento.</p>
<p>Já a adaptação à cultura e valores da empresa é mais complicada. Empresas muito rígidas em relação a horários, comportamento e processos, tendem a ter profissionais com esta cara. Mas a falta de flexibilização também gera estresse e desmotivação nos funcionários, mesmo nos mais rígidos. Neste caso a notícia não é tão boa, pois quem não se flexibilizar irá perder para os mais flexíveis. E isso vale tanto empresas como funcionários.</p>
<p><strong>3 &#8211; Seria este um problema de falta de comunicação?</strong></p>
<p>No artigo disseram que a saída de várias pessoas de uma equipe gera inseguranças aos que ficaram, e que, impactos negativos ocorrem quando pessoas mais experientes saem sem pensar nas consequências.  De fato, isso acontece. Mas quando chega a este ponto, os empregadores deveriam ter mais consciência para se perguntarem o que está acontecendo. Onde está a raiz do problema? Na leva de empregados que saíram em busca de melhores colocações no mercado? Ou na empresa onde os bom funcionários não querem mais trabalhar?</p>
<p>Muitas vezes não temos comunicação clara, desprovida de ruídos ou pressões entre as partes envolvidas. Neste caso empregador e empregado. E é nesta grande falha que pequenos problemas não são resolvidos.</p>
<p><strong>4 &#8211; Concluindo com um </strong><strong><em>feedback</em></strong><strong>&#8230;</strong></p>
<p>Acho que os gestores &#8220;não querem enxergar&#8221; que, somente um &#8220;bom feedback&#8221; não vai garantir que bons profissionais permaneçam em suas empresas.</p>
<p>O &#8220;não querem enxergar&#8221; foi proposital, pois na maioria das vezes, quando o pessoal de vendas quebra as suas metas, eles são premiados com boas bonificações, sejam estas em dinheiro, jantares, folga no serviço, viagens, etc.</p>
<p>E o pessoal de TI? O que eles geralmente ganham quando entregam o projeto no prazo? Um &#8220;bom feedback&#8221;! E não é sou eu que penso desta maneira, assistam a <a href="http://olhardigital.uol.com.br/trend_makers/video_wide.php?id_conteudo=11724&amp;/EMPREENDEDOR+DIGITAL">este vídeo</a> do quadro Trend Maker do Olhar Digital.</p>
<blockquote><p>Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida. &#8211; Provérbio Chinês.</p></blockquote>
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		<title>Metodologias ágeis para economizar uns trocados</title>
		<link>http://blog.openarch.com.br/2009/12/05/metodologias-ageis-para-economizar-uns-trocados/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 21:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oscar Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia Ágil]]></category>
		<category><![CDATA[Scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Lendo o artigo &#8220;James Shore: O Declínio e a Queda do Agile&#8221; no InfoQ, me veio a mente um fato que se passou, ou está passando, em uma empresa de software brasileira. A empresa resolveu, depois de algum tempo utilizando metodologias tradicionais de desenvolvimento de software, adotar a metodologia ágil, especificamente o tão difundido SCRUM. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo o artigo <a href="http://www.infoq.com/br/news/2008/11/decline-of-agile">&#8220;James Shore: O Declínio e a Queda do Agile&#8221;</a> no InfoQ, me veio a mente um fato que se passou, ou está passando, em uma empresa de software brasileira. </p>
<p>A empresa resolveu, depois de algum tempo utilizando metodologias tradicionais de desenvolvimento de software, adotar a metodologia ágil, especificamente o tão difundido <a href="http://www.scrumalliance.org/">SCRUM</a>.<br />
Todos adoraram a idéia no início. Porém, depois de um tempo, notaram que a mudança foi boa somente para a empresa. O que aconteceu de errado? </p>
<p>A mudança para a tão esperada metodologia ágil veio, neste caso, para &#8220;inglês ver&#8221; e para cortar custos nos projetos. Os atuais e futuros clientes ficariam satisfeitos em ver seu fornecedor de projetos de software utilizando metodologias modernas, que estão &#8220;bombando&#8221; no mercado. Além disso, vários cargos e subdivisões foram extintas, acabando com o &#8220;plano de carreira&#8221; dos funcionários e aumentando a diferença salarial entre funcionários de um mesmo cargo. O que feito desta forma, gera muita concorrência interna e conflitos desnecessários.</p>
<p>Outro fator que não agradou muita gente foi o fato dos desenvolvedores ficarem agora diretamente ligados aos clientes, seja através de reuniões, e-mail, instant messengers ou telefone. Nem todo desenvolvedor e muito menos os clientes estão prontos para este contato direto. Mesmo utilizando metodologia ágil um filtro mínimo entre os desenvolvedores e os cliente é necessário para melhorar a produtividade da equipe.</p>
<p>O que mais tenho medo nisso tudo é um dos fatos que o James Shore aponta em seu artigo.<br />
<blockquote>Então, infelizmente, muitos auto-intitulados projetos Ágeis fracassarão. Eles estão fracassando neste momento. E eventualmente Agile recebá a culpa, e ela passará, como todas as novidades eventualmente passam.</p></blockquote>
<p>O artigo completo pode ser lido <a href="http://jamesshore.com/Blog/The-Decline-and-Fall-of-Agile.html">aqui</a>.</p>
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