OpenArch's Blog

Operas no celular!

by Oscar Costa on Jan.09, 2010, under Gadget

Recentemente tenho utilizado mais o meu Nokia E51 para navegação em casa, utilizando o WIFI. Isso me permite maior mobilidade que o notebook, para navegação rápida, onde não preciso preencher formulários, etc. E até mesmo para jogos on-line, como Travian.

Venho utilizando o Opera Mobile 10 beta, que é voltado para Smartphones. A navegação se assemelha muito com um browser normal para desktop, porém adaptada para dispositivos com tela pequena e poucos recursos de interação.

Hoje baixei a nova versão do Opera Mini 5 beta 2 para testar esta alternativa que, teoricamente deixaria a navegação mais rápida e leve. Não gostei muito da renderização e da navegação dele. Primeiro são carregados blocos no lugar das imagens para só depois carregar as imagens reais, e a navegação é um pouco travada, priorizando a movimentação sobre os links, como em outros navegadores simples para celular.

De acordo com o post no Blog do Opera, os dois browsers compartilham a mesma tecnologia do Opera Presto browser engine, ou seja são semelhantes ao Opera para desktop. E os dois navegadores compartilham também a mesma interface gráfica, que realmente são muito semelhantes, se não forem idênticas.

Enquanto no Opera Mini o trafego passa primeiro pelo Opera Mini Server. Onde os dados são compactados, visando otimizar a renderização e desta forma requerendo menos recursos computacionais do dispositivo utilizado. Isso é justificado pela proposta deste browser, que é de ser utilizado em qualquer dispositivo que suporte Java, independendo dos recursos do aparelho.

Por outro lado, no Opera Mobile as páginas são acessadas diretamente dos servidores de origem. Mas ele também possui um recurso para compactar os dados, que é o serviço de navegação Opera Turbo. O preço da renderização local das páginas e a semelhança com a navegação tradicional é que o Opera Mobile só esta disponível para dispositivos Windows Mobile e Symbian/S60. Ou seja, dispositivos com mais recursos computacionais.

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1º post de 1º de Janeiro de 2010

by Oscar Costa on Jan.01, 2010, under Random

O ano de 2009 foi um ano muito corrido, com muito pouco tempo para postar no Blog. Mas mesmo assim foi um bom ano.
Espero que o ano de 2010 seja muito melhor! Ainda estou pensando em que assuntos focar aqui no Blog. Infelizmente saí um pouco do mundo Linux, ainda utilizo e continuarei usando e defendendo o Software Livre. E já que estou focado no mundo Java, este é o primeiro assunto que vem na minha mente.

Começo o ano trabalhando muito e me preparando para mais uma certificação! Este pode ser um ótimo assunto para os próximos posts.

Que 2010 seja um ano muito produtivo e recompensador para todos!

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Metodologias ágeis para economizar uns trocados

by Oscar Costa on Dec.05, 2009, under Mercado

Lendo o artigo “James Shore: O Declínio e a Queda do Agile” no InfoQ, me veio a mente um fato que se passou, ou está passando, em uma empresa de software brasileira.

A empresa resolveu, depois de algum tempo utilizando metodologias tradicionais de desenvolvimento de software, adotar a metodologia ágil, especificamente o tão difundido SCRUM.
Todos adoraram a idéia no início. Porém, depois de um tempo, notaram que a mudança foi boa somente para a empresa. O que aconteceu de errado?

A mudança para a tão esperada metodologia ágil veio, neste caso, para “inglês ver” e para cortar custos nos projetos. Os atuais e futuros clientes ficariam satisfeitos em ver seu fornecedor de projetos de software utilizando metodologias modernas, que estão “bombando” no mercado. Além disso, vários cargos e subdivisões foram extintas, acabando com o “plano de carreira” dos funcionários e aumentando a diferença salarial entre funcionários de um mesmo cargo. O que feito desta forma, gera muita concorrência interna e conflitos desnecessários.

Outro fator que não agradou muita gente foi o fato dos desenvolvedores ficarem agora diretamente ligados aos clientes, seja através de reuniões, e-mail, instant messengers ou telefone. Nem todo desenvolvedor e muito menos os clientes estão prontos para este contato direto. Mesmo utilizando metodologia ágil um filtro mínimo entre os desenvolvedores e os cliente é necessário para melhorar a produtividade da equipe.

O que mais tenho medo nisso tudo é um dos fatos que o James Shore aponta em seu artigo.

Então, infelizmente, muitos auto-intitulados projetos Ágeis fracassarão. Eles estão fracassando neste momento. E eventualmente Agile recebá a culpa, e ela passará, como todas as novidades eventualmente passam.

O artigo completo pode ser lido aqui.

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